No rio de minh’alma há mil cardumes de versos, que a brincar, buscam berçários de poesia, envolta em véus lendários, mais bela do que tudo que presumes.
Os lombos brilham mais que vaga-lumes, e cortam correntezas, solidários, procuram, a montante, outros cenários, silentes – como os pássaros implumes.
No rio de minh’alma murmurante, prosseguem tão alegres, vão adiante unidos, em cardumes, não dispersos.
E nos berçários, nichos de poesia, nos quais a própria vida se recria, reside o belo, fonte de meus versos.
Brasília, 04 de Outubro de 2.016.
Publicado no Facebbok em 30 de Setembro de 2.016.
Caixa de Pandora, pg.16
Edir Pina de Barros (Flor do Cerrado)
Enviado por Edir Pina de Barros (Flor do Cerrado) em 04/10/2016
Alterado em 26/08/2020