Vulcânica explosão
Vulcânica explosão dita o prazer
que sobre a tez em lavas se derrama,
mantendo incandescente a velha chama
do amor que dentro em nós nos faz viver.
Dita o prazer vulcânica explosão
que irrompe em nossos corpos orvalhados,
loucos d’amor, os dois entrelaçados,
na força da volúpia e da paixão.
Murmúrios de emoção que das gargantas
escapam a traduzir carícias tantas,
na intimidade morna de nós dois.
Nós, lânguidos amantes desmedidos,
olhamos, um ao outro, enternecidos
entregues ao silêncio do depois.
Brasília, 13 de Setembro de 2011.
Pura chama, página 34
Edir Pina de Barros (Flor do Cerrado)
Enviado por Edir Pina de Barros (Flor do Cerrado) em 13/09/2011
Alterado em 05/06/2017
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