Soneto ao amor eterno
O meu passado é meu maior tesouro!
Eu nada tenho ou levo do presente,
Do amor bebi na fonte e nascedouro,
E o levarei comigo eternamente...
E sepultado em mim, na minha mente,
Vive esse amor que é grande, imorredouro,
Que corre dentro em mim, tal qual torrente,
E n’alma minha abriu seu sumidouro...
Um grandioso amor que me domina,
Que corre no meu sangue, qual a mina
De pura água que nasce na serra...
E agora vivo para revivê-lo,
E nestes versos canto, exalto e velo
Toda grandeza que esse amor encerra!
Edir Pina de Barros (Flor do Cerrado)
Enviado por Edir Pina de Barros (Flor do Cerrado) em 10/10/2010
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