Certezas
Por certo que chorei, mas não chorei em vão...
O pranto que rolou, saiu do fundo d’alma,
Nutrindo teu viver, a ti trazendo calma,
E com carícias mil, floriu também teu chão...
Chorei meu luto, sim! Chorei! Não nego, não!
A imensa dor que em mim, silente assim se espalma...
E que me faz refém... Jamais em mim se acalma!
Por certo que chorei, mas não chorei em vão...
Oh! Deixem-me chorar... Meu luto é só meu!
O amor que não morreu, que vivo segue em mim!
Por onde quer que eu vá, comigo irá também
Oh! Deixem-me sentir o amor que é só teu...
Que role o pranto meu! Estou dorida, sim!
Pois sei que como amei, não te amará ninguém!
Edir Pina de Barros (Flor do Cerrado)
Enviado por Edir Pina de Barros (Flor do Cerrado) em 19/11/2009
Alterado em 19/11/2009
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